Novo Independence Day: O Ressurgimento (2016) – TV CMN – Canal Municipal de Notícias
Enviado no dia 05/07/16 17:44:48 - Atualizado em 05/07/16 às 17:56:01
Novo Independence Day: O Ressurgimento (2016)
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SOBRE

Sequência de Independence Day. O longa se passa 20 anos após o primeiro, num mundo onde a humanidade se uniu para combater futuras ameaças extraterrestres. Os humanos se apropriaram da tecnologia do exército alienígena do Independence Day original para criar sistemas de defesa apropriados para se defender de novos ataques.

David Levinson (Jeff Goldblum) é o diretor da agência de defesa espacial humana. O grupo trabalha sem fronteiras, já que todos os países do planeta se uniram contra a ameaça alienígena. Ward será a presidente Lanford, com uma personalidade mais agressiva do que a do ex-presidente Whitmore (Bill Pullman, cuja participação no longa não foi especificada). Já Jessie Usher será Dylan Hiller, o filho de Steven Hiller, personagem de Will Smith no primeiro filme. Dylan terá crescido à sombra do pai, um herói que salvou a Terra. Patricia Whitmore (Maika Monroe), a filha do ex-presidente Whitmore, também terá os mesmos conflitos, apesar de trabalhar como uma agente especial da presidente Lanford. Por último, Liam Hemsworth vive Jake Morrison, um órfão e ex-piloto que cometeu um erro e, por isso, acaba trabalhando na Lua.

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CRÍTICA

Independence Day: O Ressurgimento chega 20 anos depois do primeiro filme, mas carrega consigo inúmeras influências da catarse e do exagero do cinema dos anos 1990. Sem medo de ser brega, o longa de Roland Emmerich se desprende de qualquer didatismo e joga para o espectador a tarefa de se entreter com o absurdo. A invasão alienígena tem ares de um game frenético dos dias atuais, cheia de efeitos de primeira qualidade que se preocupam apenas em encantar e divertir durante as quase duas horas de duração.

A história se passa (também) 20 anos depois do primeiro ataque extraterrestre. Neste tempo, a humanidade se uniu, formou um novo governo mundial e aprendeu a lidar com a tecnologia dos inimigos. Isso não só avançou o desenvolvimento de armas, como de naves e de toda exploração espacial – agora, os humanos estão em todo o Sistema Solar, com bases na Lua e pontos de observação em outros planetas. Nestes postos estão pilotos e cientistas responsáveis por cuidar da segurança da Terra, entre eles o rebelde Jake Morrison (Liam Hemsworth) e o prodígio Dylan Hiller (Jesse T. Usher).

Hiller é o filho do personagem de Will Smith no primeiro filme. Na história, ele faleceu no primeiro teste de uma nave que mescla tecnologia humana com alien e é tratado como um ídolo pela população. Dylan não é o único que segue com o legado do pai. Maika Monroe interpreta Patricia Whitmore, filha do ex-presidente Whitmore, personagem de Bill Pullman que volta com muita importância na trama. O mesmo serve para David Levinson (Jeff Goldblum), Julius Levinson (Judd Hirsch) e Dr. Okun (Brent Spiner) – a velha guarda do primeiro longa. E todos eles, novos e antigos, se cruzam na segunda leva de ataques dos alienígenas mostrada em O Ressurgimento.

Os primeiros minutos do filme mostram pouca preocupação em explicar o contexto dos últimos 20 anos. Em poucas imagens e diálogos, Emmerich fala sobre a situação da Terra, sobre o passado dos antigos personagens e para onde todos irão na próxima hora. Ao dividir o elenco por núcleo de idade, o filme diferencia muito bem como serão as relações entre os personagens e qual o tom que dará à cada sequência apresentada. Enquanto Pullman e Goldblum sustentam as teorias e detalham a “ciência” da trama, Hemsworth e Usher lideram as cenas de ação. A primeira dupla esbanja carisma e timing dramático/cômico; a segunda sofre no início para entregar uma boa performance, mas no ato final consegue embarcar junto no frisson orquestrado pelo diretor.

Os exageros visuais e a noção de espaço e movimentação de câmera de Emmerich são o maior trunfo de O Ressurgimento. Assim como no primeiro filme, quando conseguiu dar a escala exata dos desastres, o alemão não esquece de transmitir a grandiosidade da destruição em tela. Humanos sempre são postos ao lado de naves alienígenas e os pontos turísticos servem como referência para o tamanho do impacto. A boa novidade desta sequência é a habilidade em trabalhar os efeitos espaciais em situações completamente diferentes e inéditas, se compararmos ao trabalhos anteriores de Emmerich.

A guerra nas estrelas do segundo ato e a batalha final são exemplos de como uma boa edição consegue situar bem o espectador em uma luta que acontece, no minímo, em dois lugares ao mesmo tempo. E nas duas situações, Independence Day diversifica o tom da ação. Em uma ele traz um tiroteio espacial cheio de cores e agilidade na câmera, enquanto na outra ele mostra uma disputa monstruosa e lenta, sem perder o impacto que o clímax de um blockbuster como esse precisa ter.

O Ressurgimento não esconde, em nenhum momento, que só quer ser um escape, um momento de diversão que inclui uma disputa entre aliens e humanos. Os personagens e as atitudes deles continuam bobas e boa parte dos diálogos (ou discursos) são tão bregas quanto o primeiro filme – e nada disso incomoda a ponto de atrapalhar a experiência, pois não existe aqui sugestão de discussão ou profundidade na história. A sinceridade (e a megalomania) com que este novo Independence Day trata suas ambições é o suficiente para que ao fim da sessão tudo seja tratado apenas como o mais puro entretenimento.

TRAILER

SITES E APLICATIVOS PARA SE DIVERTIR

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Fonte: OMELETE

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