O que é, como identificar e como é a cirurgia para Apendicite – TV CMN – Canal Municipal de Notícias
Enviado no dia 07/08/17 12:20:40 - Atualizado em 07/08/17 às 12:20:40
O que é, como identificar e como é a cirurgia para Apendicite
O diagnóstico pode ser um pouco difícil porque existem outras doenças que provocam sintomas semelhantes, como inflamações ginecológicas e pedras nos rins.
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A apendicite é a inflamação do apêndice, uma pequena estrutura de cerca de oito a dez centímetros, que fica na primeira porção do intestino grosso – chamada de ceco – e que não tem uma função muito bem definida no organismo.

A apendicite constitui uma causa comum de dor abdominal aguda no mundo ocidental, requerendo, invariavelmente, tratamento cirúrgico. Ocorre em qualquer idade, mas tem predileção pela população mais jovem, entre a segunda e a terceira década de vida.

Se não for diagnosticada e tratada a tempo, a inflamação pode provocar ruptura do apêndice, com risco de peritonite, ou seja, de infecção decorrente da entrada de fezes e material contaminado na cavidade abdominal. Esse evento costuma ser bastante grave se não tratado a tempo, pela possibilidade de a infecção se espalhar para outros órgãos e mesmo pela circulação.

Causas e sintomas

O quadro cursa com dor bem localizada, em torno do umbigo, contínua, mais do lado direito do abdome, que começa fraca e vai aumentando de intensidade, acompanhada de falta de apetite, queda do estado geral, náuseas, vômitos, febre e diarréia, podendo evoluir para parada do funcionamento intestinal, com incapacidade de eliminar gases e fezes. Esses sinais, porém, podem ser discretos ou nem estar presentes nas formas de apendicite mais atípicas.

A apendicite ocorre quase sempre por causa de uma obstrução no apêndice, decorrente de um resíduo fecal mais endurecido que por lá passa e não consegue sair – o fecalito – ou mesmo por um parasita.

Vale lembrar que em casos mais raros, a obstrução pode decorrer da presença de um tumor.

Exames e diagnósticos

O diagnóstico pode ser um pouco difícil porque existem outras doenças que provocam sintomas semelhantes, como inflamações ginecológicas e pedras nos rins. Por isso, embora o médico possa ter quase certeza de que se trata de uma apendicite só pelos sintomas e pelo exame do abdome, ele seguramente vai precisar de algum método de imagem para descartar as outras possibilidades, como a ultra-sonografia com Doppler e a tomografia.

Esses recursos afastam as demais hipóteses, mas nem sempre evidenciam claramente o comprometimento do apêndice. Na dúvida, porém, os médicos normalmente preferem optar pela cirurgia, por causa do risco iminente de peritonite.

Tratamentos e prevenções

O tratamento da apendicite implica na retirada cirúrgica do apêndice, que pode ser feita tanto pela cirurgia convencional, com uma incisão maior no abdome, quanto por videolaparoscopia, com três cortes de apenas alguns milímetros, um deles para a introdução de uma fibra óptica que permite a visualização interna de toda a cavidade abdominal e os demais para a inserção dos instrumentos necessários para remover o órgão doente. Qualquer que seja a técnica, o tempo de hospitalização não passa de dois a três dias.

Infelizmente, não há como evitar uma crise de apendicite, pois a ocorrência de uma obstrução no apêndice é um evento imprevisível. O importante, em termos de prevenção, é procurar um serviço médico diante dos primeiros sinais clínicos para impedir que a inflamação evolua para peritonite.

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1 Comentário

  1. Ese medico deve ta querende SER CANDIDATO ano q vem viu.so vive com esa conversa de POLÍTICO e aparessendo em tudo os evento. tamo de olho viu

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